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Importação de camisetas sobe 43% e mostra como China, Peru e Bangladesh abastecem o mercado brasileiro

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Importação de camisetas sobe 43% e mostra como China, Peru e Bangladesh abastecem o mercado brasileiro

As importações brasileiras de T-shirts e camisetas de malha somaram US$ 273 milhões nos últimos 12 meses, alta de 42,9% em relação ao período anterior.

Os dados do MDIC/Comex Stat analisados pela WM Trading mostram aumento no volume de camisetas importadas e também uma mudança no perfil das compras externas, com maior avanço das fibras sintéticas.

Importação mensal de T-shirts e camisetas de malha

Fonte: MDIC/Comex Stat

Três perfis de produto para diferentes origens

Nos últimos 12 meses, as camisetas de algodão avançaram 22%, enquanto as classificadas em outras fibras e materiais sintéticos cresceram 87%.

A China liderou as importações, com 21,8% do valor total, seguida pelo Peru, com 21%, e por Bangladesh, com 14%.

Apesar da proximidade na participação de cada país, há diferenças importantes na composição das camisetas importadas. No Peru, 99% das camisetas importadas pelo Brasil são de algodão, com valor médio de US$ 27,7 por quilo. Na China, o algodão representa 29% das exportações para o Brasil e o valor médio é de US$ 11,3 por quilo. Bangladesh combina 85% de algodão com valor médio de US$ 16,9 por quilo.

Composição por fibra e valor médio por quilo, por origem

Fonte: MDIC/Comex Stat

Muito além do preço

O caso peruano mostra por que a escolha de um fornecedor internacional não pode se basear apenas no menor preço. Mesmo com valor médio significativamente superior, o Peru mantém participação em valor muito próxima à da China. Isso ocorre principalmente pela oferta de produtos de algodão, com uma indústria têxtil que utiliza matérias-primas como Pima e Tangüis como elementos de diferenciação.

Por outro lado, a China combina escala produtiva, maior presença de fibras sintéticas e preço médio menor. Bangladesh ocupa uma posição intermediária, com forte participação do algodão e custos abaixo do padrão peruano.

Escolha o fornecedor ideal e importe com quem entende

A escolha do país de origem deve considerar matéria-prima, especificações, qualidade, escala mínima, prazo de produção, logística, condições de pagamento e custo total. Um produto com preço FOB menor pode deixar de ser a alternativa mais competitiva quando frete, prazo ou volume mínimo, por exemplo, entram na conta.

A WM Trading apoia empresas em projetos de global sourcing e importação, desde a busca e avaliação de fornecedores até a estruturação tributária, logística e operacional das importações, com entrega da carga nacionalizada no Brasil. Conheça também as soluções da WM para o segmento de Varejo.

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