Importação de aeronaves e peças chega a US$850 mi por ano

A aviação brasileira vive um ciclo de recomposição de frota, manutenção intensiva e maior demanda por peças e componentes. Para operadores, empresas de MRO (Manutenção, Reparo e Overhaul) e fornecedores do setor, a importação de itens aeronáuticos voltou a ser um eixo crítico de competitividade.
Segundo dados do MDIC analisados pela WM Trading, o setor importa aproximadamente US$ 850 milhões por ano em partes de aeronaves. As origens dominantes são Estados Unidos, França e operações intercompany Brasil-mundo.
Por que a cadeia aeronáutica exige planejamento próprio
Peças aeronáuticas combinam alto valor agregado, exigência técnica, rastreabilidade, prazo crítico e documentação específica. Atrasos afetam disponibilidade de aeronaves, manutenção programada e capacidade operacional.
RECOF Aeronáutico e custo total
O RECOF Aeronáutico pode suspender II, IPI, PIS e Cofins sobre insumos importados destinados à industrialização e exportação, conforme enquadramento aplicável a cada caso.
Para empresas de MRO e cadeia industrial aeronáutica, o regime deve ser analisado dentro do custo total e do fluxo operacional.
Onde estão as oportunidades?
- habilitação ou ampliação do escopo de regimes especiais;
- contratos de longo prazo com fornecedores americanos e franceses;
- mapeamento de peças críticas para manutenção;
- planejamento de importação para evitar manter aeronave parada;
- integração entre compras, engenharia, fiscal e comércio exterior.
Como a WM Trading pode apoiar
A WM Trading apoia empresas do setor aeronáutico na estruturação de importações de aeronaves, peças, componentes e insumos, considerando documentação, regimes aduaneiros, prazo, custo total e segurança operacional.

